A eleição terminou no domingo (25). Na terça-feira (27), o governo Lula já anunciava os próximos passos do chamado “imposto do pecado”. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que pretende enviar ainda nesta semana ao Congresso a medida provisória com os percentuais de cobrança do novo tributo. O próprio ministro havia informado que o envio ficaria para depois do segundo turno.
Na lista estão cigarros, bebidas alcoólicas incluindo a tradicional cervejinha, refrigerantes e determinados veículos. Criado pela reforma tributária, o Imposto Seletivo tem implementação prevista para 2027, sob a justificativa de desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
Para os cofres públicos, a expectativa já tem tamanho: R$ 41,9 bilhões no próximo ano. A Fazenda diz que pretende preservar, inicialmente, uma carga tributária próxima à atual, mas os percentuais ainda precisam ser definidos. Portanto, o efeito sobre os preços permanece em aberto.
O calendário chama atenção: a votação ficou para trás, e a discussão sobre quanto cobrar ganhou a vez. Para o consumidor, falta conhecer justamente a parte que interessa ao bolso.
Repórter MT




OUÇA A RÁDIO NAZARENO