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Deputada trans do PSOL que ganha R$ 39 mil quer proibir “armadilha para ratos” em todo o Brasil

A deputada federal Duda Salabert (PSOL) virou alvo de uma onda de críticas após protocolar um Projeto de Lei (PL) que visa proibir a comercialização e o uso de armadilhas adesivas para roedores, as conhecidas “fitas cola rato”. Para a parlamentar, que recebe um salário mensal de R$ 39 mil custeado pelos cofres públicos, a prioridade do momento é impedir o que ela chama de “crueldade” contra os bichos, ignorando o impacto sanitário nas periferias do país.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Salabert defende que o método de controle de pragas é “ultrapassado” e sugere que o Governo Federal deveria focar em saneamento básico. No entanto, a proposta foi recebida com indignação por ativistas que monitoram os gastos e a produtividade do Legislativo, que veem na medida um exemplo claro de “mandato de fachada”.

Roedores são vetores de doenças graves. A mais conhecida é a leptospirose, transmitida pela urina do rato, mas esses animais também podem propagar o hantavírus, a peste bubônica (via pulgas), o tifo murino e a salmonelose.

O influenciador Gabriel Xavier, do perfil “Leão Forte”, publicou uma crítica ácida sobre a postura da deputada. Para Xavier, é inadmissível que um mandato parlamentar, pago com o suor do cidadão comum, seja gasto com pautas que não atacam os problemas essenciais da população.

Enquanto o cidadão comum enfrenta hospital lotado, insegurança na rua e o dinheiro cada vez mais curto, tem mandato sendo usado como palco pra pauta que não ataca o essencial. Isso não é sensibilidade, é desconexão com a realidade. Não está ali pra servir à população, mas só pra preencher espaço e garantir o próprio salário”, disparou o influenciador.

O projeto de Salabert segue agora para análise nas comissões da Câmara dos Deputados, onde deve enfrentar resistência de parlamentares que cobram mais foco em segurança pública e saúde em vez de “protecionismo de roedores”.

Repórter MT

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