{"id":2319,"date":"2024-08-19T07:32:36","date_gmt":"2024-08-19T11:32:36","guid":{"rendered":"https:\/\/nazarenonews.com.br\/?p=2319"},"modified":"2024-08-19T07:32:36","modified_gmt":"2024-08-19T11:32:36","slug":"mae-quer-encontrar-filho-doado-em-1991-quando-nao-tinha-condicoes-de-cria-lo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nazarenonews.com.br\/index.php\/2024\/08\/19\/mae-quer-encontrar-filho-doado-em-1991-quando-nao-tinha-condicoes-de-cria-lo\/","title":{"rendered":"M\u00e3e quer encontrar filho doado em 1991, quando n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de cri\u00e1-lo"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Vithoria Sampaio<\/strong>\/redacao@gazetadigital.com.br<\/p>\n\n\n\n<p>Maio de 1991, Madalena Gon\u00e7alves, de apenas 14 anos, dava \u00e0 luz ao filho Fabr\u00edcio na Santa Casa da Miseric\u00f3rdia em Rondon\u00f3polis (212 km ao sul de Cuiab\u00e1). Sem estrutura financeira e psicol\u00f3gica, as condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o permitiram que ela criasse o menino, que foi entregue a ado\u00e7\u00e3o com 3 meses de vida. Hoje ela vive com sonho de reencontr\u00e1-lo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao\u00a0Gazeta digital, Madalena, hoje com 49 anos, contou que na \u00e9poca de sua adolesc\u00eancia seus pais eram separados e ela vivia com a m\u00e3e em um barraco cedido por uma vizinha, nesse per\u00edodo, acabou engravidando. Por viver em situa\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, nem acompanhamento m\u00e9dico conseguiu realizar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Na \u00e9poca, por incredulidade da vida e sem experi\u00eancias, com 14 anos eu engravidei. Tive uma gravidez sem acompanhamento de m\u00e9dicos e minha vida era andar nas ruas da cidade, fazia minhas refei\u00e7\u00f5es na casa do menor e a noite eu ia para o barraco dormir com minha m\u00e3e, tive meu filho com muitas dificuldades&#8221;, pontuou.<\/p>\n\n\n\n<p>Em busca de garantir o sustento do beb\u00ea, ela saiu de porta em porta, buscando trabalho. Acabou sendo contratada para trabalhar como dom\u00e9stica na casa de uma fam\u00edlia, o filho rec\u00e9m-nascido ia junto com ela.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Trabalhei para uma fam\u00edlia, eles eram bons, por\u00e9m meu filho vivia doente e chorava muito e, \u00e0s vezes, eu n\u00e3o conseguia fazer os afazeres. Minha patroa n\u00e3o tinha como me ajudar e muito preocupada com a crian\u00e7a, sugeriu a possibilidade da ado\u00e7\u00e3o&#8221;, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante da situa\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel e complicada, uma assistente social come\u00e7ou acompanhar o caso e por ver que a adolescente n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es, arrumou uma fam\u00edlia para o adotar. Fabr\u00edcio foi entregue com 3 meses, pois era a \u00fanica alternativa que a m\u00e3e tinha para lhe garantir uma qualidade de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Os anos passaram e Madalena nunca deixou de pensar no filho. Em todos esses anos, ela busca o reencontrar, n\u00e3o para mudar o rumo da hist\u00f3ria, mas sim para aquietar seu cora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Eu tenho um sentimento de dor, revolta e culpa. \u00c9 triste conviver com isso, venho h\u00e1 anos procurando por ele e meu cora\u00e7\u00e3ozinho de m\u00e3e n\u00e3o ir\u00e1 desistir de procurar independente da resposta da a\u00e7\u00e3o da atitude dele a meu respeito, hoje meu sonho \u00e9 v\u00ea-lo e pedir perd\u00e3o por eu ser humana falha e por todos que s\u00e3o solid\u00e1rios fa\u00e7o um apelo de m\u00e3e se algu\u00e9m conhecer alguma hist\u00f3ria dessa \u00e9poca, por favor por gentileza, se for poss\u00edvel, Deus tocar no seu cora\u00e7\u00e3ozinho me ajudem&#8221;, pontuou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vithoria Sampaio\/redacao@gazetadigital.com.br Maio de 1991, Madalena Gon\u00e7alves, de apenas 14 anos, dava \u00e0 luz ao filho Fabr\u00edcio na Santa Casa da Miseric\u00f3rdia em Rondon\u00f3polis (212 km ao sul de Cuiab\u00e1). 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