{"id":20541,"date":"2026-02-26T06:51:01","date_gmt":"2026-02-26T10:51:01","guid":{"rendered":"https:\/\/nazarenonews.com.br\/?p=20541"},"modified":"2026-02-26T06:51:02","modified_gmt":"2026-02-26T10:51:02","slug":"mantido-juri-de-procurador-que-ja-recebeu-r-294-mil-apos-a-prisao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nazarenonews.com.br\/index.php\/2026\/02\/26\/mantido-juri-de-procurador-que-ja-recebeu-r-294-mil-apos-a-prisao\/","title":{"rendered":"Mantido j\u00fari de procurador que j\u00e1 recebeu R$ 294 mil ap\u00f3s a pris\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Mantida decis\u00e3o para que o procurador da Assembleia Legislativa, Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva, enfrente o j\u00fari popular pelo homic\u00eddio do morador de rua, Ney M\u00fcller Alves Pereira. O entendimento \u00e9 da Terceira C\u00e2mara Criminal, proferido nesta quarta-feira (25). Entre os apontamentos, o relator do processo, desembargador Gilberto Giraldelli, destaca que a mera discord\u00e2ncia do atual advogado com o trabalho da defesa anterior n\u00e3o \u00e9 suficiente para levar \u00e0 anula\u00e7\u00e3o da instru\u00e7\u00e3o processual. Para o magistrado, h\u00e1 ind\u00edcios suficientes para pronunciar o r\u00e9u. O voto foi seguido por unanimidade pelos desembargadores. Luiz Eduardo continua preso e recebendo pela ALMT. O sal\u00e1rio base era de R$ 44.024,52 at\u00e9 dezembro e foi reajustado para R$ 46.401,84. Com os descontos, ele recebeu, desde que foi preso, R$ 294.723,67.<\/p>\n\n\n\n<p>Ney foi assassinado com um tiro na cabe\u00e7a, no dia 9 de abril, pr\u00f3ximo \u00e0 Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiab\u00e1. Imagens de c\u00e2meras de seguran\u00e7a registraram o crime.<\/p>\n\n\n\n<p>O procurador estava no estacionamento de um posto, jantando com a fam\u00edlia. Foi avisado sobre um morador de rua que estava depredando alguns ve\u00edculos que estavam estacionados, inclusive a Land Rover dele. Luiz Eduardo foi at\u00e9 o carro e verificou o dano, voltou ao posto e continuou a jantar e, depois, levou a fam\u00edlia para casa. Em seguida, retornou ao local, onde matou Ney, que caminhava pela rua.<\/p>\n\n\n\n<p>Advogado de Luiz Eduardo, Huendel Rolim apresentou recurso alegando que n\u00e3o houve defesa efetiva na atua\u00e7\u00e3o anterior, somada \u00e0 parcialidade da ju\u00edza. Destacou que o recorrente \u00e9 advogado, servidor p\u00fablico e n\u00e3o possui antecedente criminal. A defesa alegava ainda que o disparo feito por Luiz foi instintivo, por medo, pois o mesmo entendeu estar em situa\u00e7\u00e3o de risco quando a v\u00edtima se aproximou do carro.<\/p>\n\n\n\n<p>Os requisitos legais para a pron\u00fancia est\u00e3o devidamente preenchidos nos autos, segundo os desembargadores. A decis\u00e3o de pron\u00fancia concluiu que os elementos indici\u00e1rios constantes nos autos apontam que o crime teria sido cometido por motivo torpe, consistente na vingan\u00e7a em decorr\u00eancia das avarias causadas pela v\u00edtima no ve\u00edculo do acusado, bem como que &#8220;a v\u00edtima foi surpreendida pelo acusado em via p\u00fablica (&#8230;) o que configura, em tese, o uso de recurso que dificultou sua defesa&#8221;. Na den\u00fancia, o Minist\u00e9rio P\u00fablico apontou que o objetivo do acusado n\u00e3o era o de acionar as autoridades, mas sim de encontrar e punir o respons\u00e1vel pelos danos em seu ve\u00edculo, e que com o &#8220;claro intuito de localizar a v\u00edtima iniciou verdadeira ca\u00e7ada&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Gazetadigital<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mantida decis\u00e3o para que o procurador da Assembleia Legislativa, Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva, enfrente o j\u00fari popular pelo homic\u00eddio do morador de rua, Ney M\u00fcller Alves Pereira. O entendimento \u00e9 da Terceira C\u00e2mara Criminal, proferido nesta quarta-feira (25). 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