A Justiça de Mato Grosso determinou medidas urgentes envolvendo a Fazenda Colibri, do bicheiro João Arcanjo Ribeiro, para tentar garantir o pagamento de uma dívida de R$ 32,2 milhões cobrada por Izabella Corrêa Costa, viúva do empresário Domingos Sávio Brandão Lima Júnior, morto, segundo o processo, a mando de Arcanjo.
A indenização já foi fixada, mas nunca foi paga, mesmo após tentativas de bloqueio de contas e bens. Agora, surgiram indícios de que a fazenda segue em atividade, com plantação de soja e milho e criação de gado, o que pode estar gerando renda.
Diante disso, o juiz Luis Otávio Pereira Marques determinou que empresas ligadas à exploração da área informem, em até cinco dias, se há valores a pagar a Arcanjo e apresentem documentos. Caso haja recursos, eles deverão ser bloqueados para quitar a dívida.
Também foi autorizada vistoria na fazenda, além de pedido de informações ao Indea para verificar a existência de gado e a movimentação na propriedade. Após essas medidas, Arcanjo será intimado e poderá se manifestar.
A decisão é da 6ª Vara Cível de Cuiabá e foi assinada pelo juiz Luis Otávio Pereira Marques, em 19 de março de 2026.
Repórter MT




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