O deputado federal Coronel Assis (União Brasil) reforçou o tom das críticas contra o Governo Lula e o PT ao apontar a ligação do partido e do presidente aos escândalos políticos e à corrupção recente no Brasil.
Ele diz que a opinião pública e parlamentares da oposição querem respostas, por exemplo, sobre as viagens pagas pelo chamado careca do INSS, o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, ao filho do presidente Lula, o Lulinha.
O careca está preso desde setembro de 2025 por conta do escândalo do desconto indevido dos aposentados e pensionistas do INSS. O tema é investigado por uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que reúne deputados e senadores, no Congresso Nacional.
“Com todo o respeito à figura de um Governo do país, mas o cheiro da podridão, da corrupção, ele exala toda vez que eles estão à frente do poder”, lamentou em entrevista ao MidiaNews.
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Teve um determinado período em que a CPMI deu uma esfriada. O que eu sei é que esse Governo do Lula hoje que estamos vendo é um Governo que está cercado de escândalos”, afirmou o deputado.
Vice-líder da oposição, Coronel Assis, defende uma legislação mais dura contra crimes em geral, principalmente feminicídio, com referendo e mudança em cláusulas pétreas da Constituição. “Vamos convocar uma constituinte e vamos derrubar a cláusula pétrea. Vamos abrir um referendo”, propôs. “Um referendo para falar para o nosso público: você é a favor ou você é contra prisão perpétua?”.
O parlamentar ainda afirma que os mato-grossenses têm sentido o aumento do custo de vida por conta da política econômica liderada por Lula e seus ministros. Ele citou a recente reforma tributária do Governo, que aumentou o imposto de serviço de 5% para 25%. “Não existe almoço grátis na política. A máquina do PT é inchada, é cheia de cargos, é cheia de ministérios e eles gastam desmedidamente”, comparou.
Nesta entrevista, Coronel Assis confirma sua filiação ao PL e critica o STF. “Nós não precisamos de um Judiciário perseguidor, nós precisamos de um Judiciário justo”. E fala dos esforços para organizar a campanha de Flávio Bolsonaro a presidente no Estado.
Midianews




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