26 fevereiro, quinta-feira, 2026
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Coronel Fernanda pede ao STF prisão de Vorcaro, Lulinha e Frei Chico por fraude no INSS

A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) subiu o tom hoje (25) durante a sessão da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS.

Ao protocolar pedidos de prisão preventiva contra Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), José Ferreira da Silva (Frei Chico) e o empresário Vittorio Vorcaro, a parlamentar questionou o que chamou de tratamento privilegiado a personagens influentes na investigação da “máfia dos descontos”.

“O pedido eu fiz para o Presidente da CPMI, o requerimento foi protocolado e recebido. Deve ser pautado na próxima semana na comissão. Se aprovado irá para o STF, aos cuidados do Ministro André Mendonça”, disse ela ao Repórter MT.

Em um discurso marcado por metáforas, Fernanda criticou a detenção de operadores menores enquanto os nomes centrais permanecem em liberdade. “Se o marido da Ingrid, que é um peixinho, não é nem uma laranja, é aquele limãozinho que tá aí, de bem sem-vergonha, tá preso, por que o Vorcaro não tá preso? Por que o Lulinha não está preso? Por que o Frei Chico não está preso?”, indagou a deputada em plenário.

Para a parlamentar mato-grossense, a permanência dos investigados em liberdade sugere uma proteção por parte do Governo Federal e de partidos de esquerda.

Porque tem costas largas? Porque está protegido pelo governo? Pelo PT? Pela esquerda? É porque o limão é menorzinho e a laranja é mais grandinha”, disparou.

A deputada apelou à presidência da comissão para que os requerimentos sejam aprovados, visando proteger os segurados do INSS. “Tragam a esta Casa esses marginais, que têm um governo nas costas protegendo eles dia e noite, para que expliquem ao povo como roubaram e quem facilitou o roubo”, concluiu.

Entenda o caso

Os requerimentos miram o filho do presidente Lula, o Lulinha, José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico (83 anos), é irmão mais velho do presidente Lula, além do empresário Vittorio Vorcaro.

Eles são investigados no âmbito do esquema que teria fraudado assinaturas de 1,2 milhão de aposentados através do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados), movimentando cerca de R$ 4,1 bilhões.

A decisão final sobre as prisões preventivas caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Repórter MT

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