A coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), denominada Brasil Pronto pra Mais, pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta sexta-feira (16), que o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede), deixe de ser considerado vinculado à campanha eleitoral.
Na petição, os advogados sustentam que o canal não recebe recursos financeiros, equipamentos, serviços ou suporte de profissionais da campanha, da coligação ou dos partidos que a integram. A defesa também nega que a candidatura de Lula determine o conteúdo publicado ou a frequência das mensagens divulgadas no espaço.
“O canal não recebe recursos, bens ou serviços da campanha, da coligação ou dos partidos que a integram”, afirmam os representantes jurídicos no documento.
A coligação acrescenta que não orienta as publicações nem estabelece metas para o funcionamento do canal. Também afirma que os perfis oficiais da campanha não direcionam usuários para o grupo administrado por Janones.
O pedido ao TSE busca afastar o entendimento de que o canal integra a estrutura oficial da campanha de Lula. A discussão envolve a relação entre o conteúdo divulgado por apoiadores políticos e as responsabilidades atribuídas formalmente às candidaturas e coligações durante o período eleitoral.
A manifestação da coligação representa a posição apresentada pela defesa no processo. O pedido, por si só, não significa que o TSE tenha reconhecido a ausência de vínculo entre o canal e a campanha.
Folha do estado




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