Uma mulher de 38 anos foi presa em Port Charlotte, no condado de Charlotte, na Flórida (EUA), após ser acusada de manter contato sexual com o cão da família. O caso veio à tona depois que o marido dela afirmou ter encontrado imagens do suposto ato gravadas por uma câmera de segurança instalada dentro da residência.
De acordo com o relatório de prisão divulgado pelo Gabinete do Xerife do Condado de Charlotte, Malia Nummerdor foi detida na terça-feira (15) e responde por contato sexual com um animal, crime previsto na legislação da Flórida.
Segundo o depoimento do marido, identificado como Erik Nummerdor, ele havia instalado duas câmeras de segurança na residência para tentar descobrir quem estaria retirando dinheiro de um recipiente. Conforme o relato apresentado aos investigadores, os equipamentos eram visíveis e conhecidos pelos moradores da casa.
Ao revisar as gravações, Erik afirmou ter encontrado imagens que, segundo ele, mostravam Malia praticando atos de natureza sexual com o cão da família, identificado como Ranger. Ele entregou aos investigadores imagens retiradas do vídeo e permitiu que os policiais tivessem acesso ao computador onde os arquivos estavam armazenados.
Durante o interrogatório, Malia reconheceu que era ela quem aparecia nas imagens e que o animal também era o cão da família. No entanto, negou que tivesse praticado qualquer ato sexual e afirmou aos policiais que estaria apenas acariciando o animal. Segundo o relatório, os investigadores consideraram que as explicações apresentadas por ela eram contraditórias e não esclareciam o que aparecia nas gravações.
O marido havia publicado anteriormente nas redes sociais acusações contra Malia e afirmou possuir fotos e vídeos que comprovariam o caso. As autoridades posteriormente analisaram o material apresentado durante a investigação.
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Malia foi encaminhada à Cadeia do Condado de Charlotte e permanece sob custódia. Segundo informações divulgadas pelas autoridades, a fiança foi estabelecida em US$ 35 mil.
O caso segue sob investigação. As acusações ainda serão submetidas ao devido processo legal, e a prisão não representa, por si só, uma condenação.
Folha do Estado




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