Hebert Felipe de Almeida Vieira, de 36 anos, está desaparecido após ser alvo de criminosos armados que invadiram um hotel para tentar matá-lo, em Várzea Grande, na noite de terça-feira (11). O desaparecimento foi comunicado pela família e divulgado pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas (NPD) da Polícia Civil nesta quinta-feira (13).
Segundo a Polícia Civil, Hebert havia informado aos familiares que deixaria Diamantino com destino a Várzea Grande e deveria chegar ao município no dia 10 de agosto. Desde então, os parentes não conseguiram mais contato com ele e desconhecem seu paradeiro.
A família tomou conhecimento do ataque por meio de uma reportagem e, posteriormente, procurou informações sobre Hebert. Os familiares entraram em contato com o hotel, mas foram informados de que não havia notícias sobre ele após a invasão.
Hebert é apontado, ainda sem confirmação oficial, como suposto envolvido na morte de Wellington Eduardo da Costa, encontrado decapitado em Várzea Grande na tarde de terça-feira. A suspeita teria feito com que ele passasse a ser perseguido por integrantes de um grupo criminoso.
A Polícia Civil realiza diligências e buscas para localizar o desaparecido.
Quem tiver informações sobre o paradeiro de Hebert pode entrar em contato com o Núcleo de Pessoas Desaparecidas pelo telefone (65) 98173-0565 ou pelo 197, canal de denúncias da Polícia Civil.
Ataque no hotel
Na noite de terça-feira, Hebert estava hospedado no Hotel Marion Pantanal, no bairro Jardim Mundo Novo, quando três homens armados chegaram ao estabelecimento em um veículo sedan.
Conforme a Polícia Militar, os suspeitos desembarcaram e efetuaram diversos disparos contra Hebert. Ele conseguiu escapar sem ser atingido.
Os tiros, porém, atingiram estruturas do hotel e causaram danos materiais no hall. Após o ataque, os criminosos fugiram e ainda não foram identificados.
Na ocasião, policiais também receberam denúncias anônimas e mensagens compartilhadas em grupos de WhatsApp que apontavam Hebert, sem confirmação, como autor ou participante de crimes contra integrantes de grupos criminosos.
As mensagens também o relacionavam ao sequestro, tortura e morte de Wellington Eduardo da Costa. Hebert negou envolvimento nos crimes.
MidiaNews




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