Uma mulher de 31 anos, moradora de Novo Santo Antônio (1.063 a Nordeste), e um homem, residente de Aripuanã (1.002 a Nordeste), são as duas vítimas que morreram em Mato Grosso após consumirem bebidas alcoólicas adulteradas. Os óbitos aconteceram nos dias 8 e 12 de julho, respectivamente, acendendo o alerta sobre a circulação de bebidas falsificadas no estado. A confirmação foi divulgada pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) nesta segunda-feira (20).
A confirmação da causa das mortes se deu a partir da realização de análises toxicológicas detalhadas em amostras de sangue das vítimas. Os exames periciais identificaram a presença de metanol, um tipo de álcool altamente tóxico para o organismo humano e que frequentemente é utilizado de forma ilegal para baratear bebidas clandestinas.
O processo de identificação começou com a coleta de materiais biológicos pelo Laboratório Central do Estado (Lacen). Posteriormente, essas amostras de sangue foram encaminhadas para a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para os procedimentos de contraprova e análise laboratorial específica.
Os laudos definitivos foram emitidos pelo laboratório forense da Politec, que é o setor especializado e responsável pelas investigações de envenenamentos, dosagens alcoólicas e intoxicações em geral no estado. O resultado técnico do órgão foi crucial para comprovar a contaminação química dos pacientes.
Agora, os dois casos seguem sob a responsabilidade e investigação da Polícia Civil de Mato Grosso. O objetivo das autoridades policiais é rastrear a origem das bebidas adulteradas, identificar os fornecedores e descobrir onde os produtos foram adquiridos para evitar que novos casos de intoxicação aconteçam.
Gazeta digital




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