Uma jovem de 22 anos, moradora de Manchester, na Inglaterra, virou exemplo de alerta após ser diagnosticada com câncer de pulmão mesmo ainda muito jovem. Kayley Boda relatou que começou a usar cigarro eletrônico aos 15 anos e, anos depois, descobriu a doença. Após cirurgia e sessões de quimioterapia, ela chegou a apresentar melhora, mas o câncer voltou semanas depois.
O caso repercutiu fora do país por se tratar de uma paciente jovem, já que esse tipo de tumor costuma atingir, com maior frequência, pessoas mais velhas.
Os primeiros sinais apareceram de forma sutil, em 2025. A jovem contou que começou a ter uma tosse com secreção escura e granulada, o que inicialmente foi associado ao uso frequente de vape. Com o passar do tempo, o quadro se agravou e ela passou a tossir sangue, momento em que decidiu buscar atendimento médico.
Exames apontaram uma alteração no pulmão direito e, após investigação mais detalhada, foi confirmado o câncer em estágio inicial. No entanto, durante a cirurgia para retirada de parte do pulmão e de linfonodos, os médicos identificaram que a doença já havia se espalhado, levando à reclassificação para estágio 3.
27 de Abril de 2026, 15h:03 – A | A





CIDADES / ALERTA À SAÚDE
Jovem de 22 anos, que usava vape desde os 15, descobre câncer de pulmão
Ela começou a usar cigarro eletrônico na adolescência; doença chegou a regredir, mas voltou em estágio avançado
Após o diagnóstico, a jovem abandonou o uso do cigarro eletrônico e passou a alertar outras pessoas sobre os riscos
DO REPÓRTERMT
Uma jovem de 22 anos, moradora de Manchester, na Inglaterra, virou exemplo de alerta após ser diagnosticada com câncer de pulmão mesmo ainda muito jovem. Kayley Boda relatou que começou a usar cigarro eletrônico aos 15 anos e, anos depois, descobriu a doença. Após cirurgia e sessões de quimioterapia, ela chegou a apresentar melhora, mas o câncer voltou semanas depois.
O caso repercutiu fora do país por se tratar de uma paciente jovem, já que esse tipo de tumor costuma atingir, com maior frequência, pessoas mais velhas.
Os primeiros sinais apareceram de forma sutil, em 2025. A jovem contou que começou a ter uma tosse com secreção escura e granulada, o que inicialmente foi associado ao uso frequente de vape. Com o passar do tempo, o quadro se agravou e ela passou a tossir sangue, momento em que decidiu buscar atendimento médico.
Exames apontaram uma alteração no pulmão direito e, após investigação mais detalhada, foi confirmado o câncer em estágio inicial. No entanto, durante a cirurgia para retirada de parte do pulmão e de linfonodos, os médicos identificaram que a doença já havia se espalhado, levando à reclassificação para estágio 3.
Após o procedimento, Kayley enfrentou sessões de quimioterapia e chegou a receber a notícia de que não havia sinais detectáveis do tumor em fevereiro de 2026. Porém, semanas depois, voltou ao hospital com fortes dores no peito.
Na nova avaliação, foi identificado um derrame pleural, que é o acúmulo de líquido na região entre o pulmão e a caixa torácica. A análise confirmou que o câncer havia retornado no revestimento pulmonar.
Apesar do histórico com o cigarro eletrônico, médicos não afirmaram que o vape foi a causa direta da doença. Ainda assim, especialistas reforçam que o uso desses dispositivos expõe o organismo à nicotina e a substâncias químicas potencialmente prejudiciais, cujos efeitos a longo prazo ainda são estudados.
Após o diagnóstico, a jovem abandonou o uso do cigarro eletrônico e passou a alertar outras pessoas sobre os riscos. O caso reacendeu o debate sobre o crescimento do uso de vape entre adolescentes e jovens.
Profissionais de saúde orientam que sintomas como tosse persistente, presença de sangue, dor no peito ou alterações no catarro devem ser investigados o quanto antes.
Repórter MT




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