19 janeiro, segunda-feira, 2026
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Médico que matou dois colegas havia sido detido por agressão e injúria racial em hotel

Preso após matar dois colegas de profissão em frente a um restaurante em Barueri, na Grande São Paulo, o médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, já respondia a outra ocorrência grave em 2025. Ele havia sido detido em Aracaju, Sergipe, por agredir funcionários de um hotel e proferir injúrias raciais contra um dos trabalhadores antes de ser liberado pela Justiça com medidas cautelares.

Prisão em Aracaju

O episódio ocorreu no Hotel Vidam, na orla de Atalaia, em Aracaju, na noite de 18 de julho de 2025, quando o médico chegou visivelmente embriagado e agitado ao estabelecimento. Segundo informações da assessoria de comunicação do hotel, Carlos chegou ao local visivelmente embriagado e em estado alterado, dirigindo‑se aos colaboradores de forma agressiva. Durante as ofensas, ele chamou um dos funcionários de “gordo” e “preto”, caracterizando injúria racial, e atacou outro trabalhador que tentou intervir, agredindo‑o com socos e empurrões. O médico havia feito check‑in no dia anterior e sua reserva estava prevista até o fim de semana.

Após a prisão em flagrante pela Polícia Militar de Sergipe (PMSE), ele foi encaminhado ao Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), na capital sergipana e passou por audiência de custódia no sábado (19).

Na ocasião,  a Justiça revogou a prisão preventiva após cerca de um mês, determinando medidas cautelares, como o pagamento de fiança e a obrigatoriedade de se apresentar mensalmente ao juízo, sob o argumento de que ele “não representava risco à ordem pública”.

Folha do estado

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